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sexta-feira, 17 de junho de 2011

O milho e sua história

O fato de receber muitas visitas diárias na postagem Milho, resolvi pesquisar e saber mais sobre esse cereal bastante consumido aqui no Brasil, principalmente em época de Festas Junina.


Descoberta em ilhas próximas ao litoral mexicano, há mais de 7 mil anos, a planta silvestre recebeu o nome de 'milho', de origem indígena caribenha, com o significado de 'sustento da vida'. Muito usado pelos incas, maias e astecas, o grão foi a base da alimentação das sociedades antigas e todas as atividades em grupo eram feitas em função de seu plantio. Com o período de colonização do continente americano e as grandes navegações, o alimento ganhou o mundo e se tornou um dos primeiros itens de cultura mundial, perdendo apenas para o trigo e o arroz.A facilidade de cultivo e a variedade de formas de consumo do produto - que pode ser ingerido cru, cozido, seco ou transformado em farinha - garantiram seu sucesso em diferentes regioes do planeta, entre elas o México, que utilizava o farelo para preparar pequenos bolos, chamados de tortillas, e parte item presente no cardápio tradicional nativo até os dias de hoje.

A chegada a terra tupiniquim


O grão nao veio parar nas maos dos brasileiros somente com a vinda dos europeus. No Brasil, o milho fazia parte do dia-a-dia dos índios antes mesmo da chegada dos colonizadores, que aproveitavam todas as partes do vegetal.Com a vinda dos portugueses, surgiram novos pratos a base de milho e seu consumo aumentou significativamente. Mas, em 1950, por conta de uma forte campanha favorecendo o trigo, o item perdeu espaço entre os alimentos preferidos da mesa brasileira e, hoje, tem um consumo abaixo dos números de locais como o México e o Caribe.


Curiosidades


O milho é uma planta presente em diversos lugares do mundo e usado tanto para a alimentação humana como para a produção de ração animal. Apesar de bastante conhecido na mesa brasileira, o cereal tem apenas 5% de sua produção direcionada para o consumo humano; a maior parte vai para a alimentação de animais criados em grande escala.A cultura do milho - um dos primeiros alimentos domesticados pelo homem - tinha como objetivo aproveitar os grãos e o suco proveniente de seu talo. Alguns povos produziam açúcar e mel a partir do líquido extraído. Atualmente, existem diversos tipos de milho: o milho verde, o doce, o farinhoso, o pipoca, o duro, o macio e o dentado.Além de servir de base para diversos pratos da culinária, o vegetal também está na raiz da produção de amido, azeite, bebidas alcoólicas, combustíveis e corantes alimentícios.


Nutritivo e saboroso


Não é apenas pelo prazer do paladar que o milho deve aparecer com mais freqüência na dieta alimentar. De acordo com a nutricionista Heloisa Guarita, diretora da consultoria de nutrição RG Nutre, o grao tem fibras e nutrientes que auxiliam no bom funcionamento do organismo.'Mas para um consumo saudável do milho, é recomendado não adicionar muita gordura ou açúcar durante o preparo dos alimentos', recomenda Heloisa. Para os pais e maes que não sabem com qual que freqüencia devem oferecer o alimento aos filhos, a dica da nutricionista é que ele seja consumido uma vez ao dia.'A quantidade de fibras pode causar uma maior atividade intestinal e estimular a formação de gases, desregulando o sistema digestivo', explica. No entanto, a nutricionista reforça que o consumo tem que ser estimulado freqüentemente e sugere que o grao seja preparado de outras formas. 'O milho é um alimento com bons valores nutricionais e deve ter lugar cativo na mesa das famílias', afirma Heloisa.


Fonte: Agrosul

segunda-feira, 13 de junho de 2011

13 de junho dia de Santo Antônio

Quem foi Santo Antônio?

Monge português, Santo Antônio nasceu em Lisboa em 1195 e foi educado de acordo com os conceitos cristãos por sua família. Seu nome significa: "o que não tem preço; o lutador". Estudou os preceitos de Santo Agostinho em Coimbra, tornando-se frei em 1210.

Em 1220, Antônio de Pádua tornou-se franciscano. Um ano depois, seguiu em direção a Pádua (Itália), para encontrar São Francisco. Os dois rapidamente ficaram amigos e Francisco reconheceu nele um profundo conhecimento religioso, encarregando-o de lecionar aos frades da Bolonha, em 1221.

Possuía o dom da oratória. Conhecia como ninguém a Bíblia e seus sermões impressionavam desde pessoas mais simples a intelectuais. Contam as histórias que antes dos sermões, conseguia fazer com que as mulas dobrassem os joelhos perante ao altar para receber a hóstia na comunhão com Deus.

Em 1227, tornou-se responsável pela supervisão dos templos franciscanos e sua expansão. Naquela ocasião, sua fama já era muito grande, pois nada lhe era omitido.


Morreu em 1231 no convento de Santa Clara, ao lado da igreja de São Francisco, provavelmente de exaustão e fadiga. A Igreja incluiu Antônio entre os "Doutores da Igreja" em 1946.

Não existe nenhum fato particular em sua vida ou referências históricas sobre a fama de ser "bom casamenteiro". Porém, é certo que ele abençoava e ajudava os recém-casados. O que provavelmente acontecia era que Antônio pedia alimentos aos mais ricos da região para ajudar a vida do novo casal.

A crença de que Santo Antônio ajudava as solteiras a encontrarem um namorado foi difundida a partir do século XVIII.

O dia da sua festividade é 13 de junho, quando os fiéis assistem a missa e esperam pelo pão bento que, segundo a tradição, deve ser colocado junto aos mantimentos, para nunca faltar alimentos no lar.

Padroados:- Mulheres estéreis - Grávidas - Viajantes
Protege: - Os namorados - A família - Quem está prestes a perder a propriedade (ou o patrimônio) - Contra pessoas que tomam emprestado sem permissão

Por Mônica Buonfiglio / Especial para o Terra

Simpatias famosas, no Portal Astrologia & Esoterismo

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Viva São João

Dia de São João, o santo festeiro, é comemorado hoje dia 24 de junho


São João foi o precursor do Messias. “Foi ele que preparou o caminho do Senhor e anunciou Jesus, que é considerado a luz do mundo, outra associação que pode ser feita à fogueira”. O símbolo da fogueira também é relacionado a uma lenda de que a prima de Maria, Isabel, acendeu uma fogueira para avisa-la do nascimento do seu filho.
O santo também é conhecido por ter sido quem batizou Jesus nas águas do Rio Jordão.

Outra passagem bíblica mostra a maneira trágica como o santo morreu. “Como fiel defensor da lei de Deus, João Batista condenou a união do rei Herodes com sua cunhada Salomé, que acabou pedindo a cabeça de São João em uma bandeja”.

sábado, 12 de junho de 2010

Dia dos namorados

O Dia dos Namorados é uma data muito especial para os casais. Momentos para o casal demonstrar de várias formas, o amor que sentem um pelo outro. Refletir sobre a relação e provar o quanto um é importante na vida do outro.

A Data especial dos namorados é celebrada em vários países. Nos Estados Unidos, conhecida como Valentine’s Day, é comemorado no dia 14 de Fevereiro. A ocasião teve origem, supostamente, em Roma, no dia 15 de fevereiro, quando os romanos ofertavam ao Deus Lupercus.'

No Brasil, o Dia dos Namorados é comemorado, desde 1950, no dia 12 de Junho. Segundo a crença brasileira, provavelmente, devido à data ser véspera do dia do “Santo Casamenteiro”, Santo Antônio.

Fonte: Wikipédia

Organize seu jantar para o dia dos namorados

terça-feira, 2 de junho de 2009

Festas Juninas

No inverno, em todo o Brasil, são realizadas as Festas Juninas que, na realidade, têm origem portuguesa. Marcam o início das colheitas e prestam homenagem a três santos populares - São Pedro, Santo Antônio e São João.

A festa de São João é, de todas, a mais comemorada, e realiza-se na véspera do dia do santo. Dança-se quadrilha e tiram-se "sortes", prevendo o futuro, os casamentos, as viagens. Bandeirolas enfeitam o "arraial", meninos de bigodes pintados e meninas de tranças longas chegam para se divertir. Come-se muito durante toda a noite, iguarias assadas na fogueira...

Mas para que nada falte há também uma mesa com comidas típicas, como: pé-de-moleque, pamonha, curau, rapadura, canjica - tentações que deliciam aqueles que adentram, ao redor da fogueira, a fria madrugada de 24 junho.

Esse mês estarei postando comidas típica da Festa Junina... Começaremos com a rainha da Festa a: Canjica.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Chocolate dos padres


Desde o lançamento, o Chocolate em Pó Gardano era conhecido tradicionalmente entre os consumidores como o “chocolate do padre”. A Gardano, fundada em 1921, na cidade de São Paulo, fabricava também o Mentex. Em 1957, a suíça Nestlé comprou a Gardano, mudando o nome da empresa paulistana para Companhia Brasileira de Chocolates - Chocobras. O nome Gardano permaneceu no mercado até 1959, quando foi substituído pela marca Nestlé.
Apesar da mudança de nomes, a Nestlé manteve a imagem dos dois frades para ilustrar a embalagem do chocolate em pó. Mais tarde, em 1975, a empresa suíça registrou a marca Dois Frades para o tradicional Chocolate em Pó Nestlé. Em 1991, foi registrada a marca Chocolate dos Padres pela companhia. A imagem dos dois frades reproduz uma das telas do pintor italiano Alessandro Sani, nascido em Florença, na segunda metade do século 19. O quadro, um óleo sobre tela, conhecido como “O prato favorito”, era justamente uma das pinturas prediletas do antigo dono da Chocolates Gardano e serviu de inspiração para a embalagem do chocolate em pó produzido pela empresa.
A tela aí de cima, "The tasting", é outro óleo do mesmo pintor e foi vendida recentemente, em um leilão realizado pela Christie’s de Nova York, por US$ 6.000.

Chocolate - Propriedades


Todos os tipos de chocolate, principalmente, os que contêm leite, são uma fonte de proteínas vitais para o crescimento, recuperação e manutenção do corpo e do cálcio - essencial para a formação óssea, contração muscular, atividade enzimática e coagulação do sangue.
Em geral, são alimentos altamente energéticos, pois possuem grande quantidade de gorduras do tipo saturada e carboidratos. Por este motivo, deve ter baixo consumo por pessoas obesas e pessoas que tenham restrição de gorduras na alimentação.
O chocolate puro contém menos gordura, grande quantidade de magnésio (essencial para liberação de energia para as células), ferro (essencial para a produção de glóbulos vermelhos), niacina (também envolvida na liberação de energia para as células) e menor valor calórico que o chocolate de leite e branco. O chocolate branco contém maior quantidade de cálcio, zinco, caroteno e vitamina B2 do que o puro.
Tipos de Chocolate
Hoje em dia existem, basicamente, os seguintes tipos de chocolate:
Ao Leite - É composto por massa de cacau, manteiga de cacau, açúcar e leite em pó (568Kcal/100g);
Amargo - Chocolate muito pouco refinado, composto apenas por massa de cacau e manteiga de cacau. Caracteriza-se pela cor escura e paladar amargo;
Meio-amargo - Também apresenta coloração escura por não levar leite, mas contém açúcar, o que suaviza o sabor (550Kcal/100g);
Branco - Feito com manteiga de cacau, açúcar e leite (549Kcal/100g);
Alvo - É mais claro que o branco convencional, pois passa por uma técnica de branqueamento extra que trata a manteiga de cacau;
Colorido - É composto por manteiga de cacau, açúcar, leite e corantes especiais importados;
Chocolate em pó - Amêndoa de cacau ralada destituída da manteiga de cacau. Pode ser amargo, e aí possui o nome de cacau em pó, meio amargo e doce (não confundir com chocolate solúvel para misturar no leite);
Chocolate para cobertura - Com alto índice de manteiga de cacau, que lhe dá a propriedade de derreter com facilidade e que facilita o acabamento e o brilho nas coberturas. São comercializados em três tipos: meio amargo, branco e comum (ao leite) (567Kcal/100g);
Diet ao leite - É composto por massa e manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol e sacarina (usados em substituição do açúcar) e vanilina (473Kcal/100g);
Diet branco - Feito com manteiga de cacau, leite em pó, sorbitol, sacarina e vanilina.É muito importante observar que os chocolates dietéticos não contêm açúcar, mas contêm gorduras em grande quantidade e adoçantes como o sorbitol que é altamente calórico. Portanto, os chocolates dietéticos não são indicados em dietas para emagrecimento.O chocolate contém cafeína, teobromina e tiramina, que agilizam o raciocínio, além de conter também serotonina, que desperta sensação de prazer. Quando consumido em grandes quantidades o chocolate pode provocar alterações emocionais. No início traz euforia e melhora o humor, depois vem a depressão e o organismo passa a sentir falta do alimento. Portanto, verificamos que o maior mal é o consumo em excesso. Com a devida moderação é possível desfrutar do prazer de comer chocolate sem trazer prejuízos ao organismo.O chocolate agora é exaltado por cosmetólogos e esteticistas que defendem o uso desse alimento quase mítico nos tratamentos de pele. Por ser um ingrediente rico em vitaminas B1 e B2, e substâncias antioxidantes, o chocolate é indicado para peles secas ou que estejam traumatizadas pela exposição ao sol, vento ou frio. O extrato vegetal do cacau, composto por ácidos graxos, evita o ressecamento da pele e a perda de água, ao formar uma barreira protetora natural. Durante o tratamento o paciente passa por uma esfoliação com sabonetes especiais, massagem com óleo de cacau e, para terminar, um delicioso e relaxante banho de ofurô com ervas. O processo, que leva aproximadamente duas horas, promove uma hidratação profunda na pele, devolvendo a umidade, maciez e luminosidade, deixando-a mais jovem e bonita. Além das propriedades hidratantes, os produtos são considerados relaxantes e sensuais, pois têm também outro grande atrativo: o aroma.Conhecido também como afrodisíaco, o chocolate deu origem a fragrâncias sofisticadas e provocativas. São fragrâncias sensuais, para serem usadas à noite e devem ser evitados num clima muito quente.

Chocolate - História e Curiosidade


O chocolate, cujo nome de batismo é "Theobroma", do grego, que quer dizer "alimento dos deuses", é onhecido desde a antiguidade. Daí, podemos explicar a maravilha que é ter um delicioso chocolate derretendo na boca. Quem resiste a este alimento “divino”?
Diz a lenda que as sementes do cacaueiro foram dadas de presente pelo deus quetzcoalt aos homens. Por causa disso, o chocolate se tornaria um ingrediente sagrado com propriedades medicinais
Por volta de 600 a.C., os Maias, que já conheciam o chocolate, estabeleceram as primeiras plantações de cacau em Yucatan e na Guatemala. Considerados importantes comerciantes na América Central, eles aumentaram ainda mais suas riquezas com as colheitas de cacau. Acontece que em toda aquela região a importância do cacau não residia apenas no fato de que dele se obtinha uma bebida fria e espumante, chamada "tchocolath". O valor do cacau também estava em suas sementes. Elas eram usadas como moeda. Na época, por exemplo, um coelho podia ser comprado com oito sementes e um escravo, por 100.
Até então, o cacau e o seu precioso produto – o chocolate, só circulavam pelos rituais, banquetes e o comércio na América Central. Passaram-se séculos e em 30 de julho de 1502, o navegador Cristóvão Colombo, achando que tinha descoberto as Índias, baixa âncora em frente à ilha de Guajano, na América Central. Uma majestosa piroga aborda a caravela de Colombo. Um chefe Azteca sobe a bordo e oferece, ao navegador e à tripulação, armas, tecidos e também sementes de cacau. Ele explica a Colombo que as sementes são a moeda do país e que permitem preparar uma bebida muito apreciada entre eles. Colombo e os seus marinheiros provam as sementes e também o chocolate.Porém, o "tchocolath" não era a bebida agradável de hoje. Era bastante amarga e apimentada. As tribos da América Central geralmente preparavam-no misturando com vinho ou com um purê de milho fermentado, adicionado com especiarias, pimentão e pimenta. Naquela época, o chocolate era reservado apenas aos governadores e soldados, pois se acreditava que, além de possuir poderes afrodisíacos, ele dava força e vigor àqueles que o bebiam. Dias depois, levantam velas e seguem para a Europa. Colombo, o primeiro europeu a provar o chocolate, não lhe deu a mínima importância. Mal sabia que um dia o chocolate seria apreciado no mundo inteiro.Anos depois o explorador espanhol Fernão Cortez e os seus soldados desembarcam no México, pretendendo conquistá-lo. Fazem os preparativos para o combate. Mas, para surpresa geral, Montezuma, o imperador Azteca, e os seus súbditos recebem-nos com cordialidade. Cortez, sem dúvida, ficou muito impressionado com a mística que envolvia o chocolate e mais ainda com o seu uso corrente. Assim, com o intuito de gerar riquezas para o tesouro do seu país, ele estabelece uma plantação de cacau para o rei Carlos V, da Espanha. E, como bom negociante, começa a trocar as sementes de cacau por ouro, um metal indiferente àqueles povos. Os espanhóis aos poucos se acostumavam ao chocolate e, para atenuar o seu sabor amargo, diminuíam a proporção de especiarias e adoçavam-no com mel. Contudo, Cortez responde com traição o acolhimento que recebera do povo azteca. Prende o imperador Montezuma e invade suas terras. Assim, o México passa a ser colônia espanhola, permanecendo nesta situação por trezentos anos.Cortez leva para a Espanha todo o conhecimento daquelas tribos primitivas de como lidar com o cacau e preparar o chocolate. Sabia como colher, retirar as sementes dos frutos e depois espalhá-las ao sol para fermentar e secar. Rapidamente, o chocolate espalha-se entre a família real e os nobres da corte espanhola.Na Espanha, os monges aperfeiçoaram o sistema para torrar e moer o chocolate, transformando-o em barras e tabletes para serem dissolvidos em água quente, como era apreciado nos salões da aristocracia. Retiram as especiarias que os aztecas apreciavam e adicionaram açúcar, mel e canela.Durante todo o século XVI, os espanhóis conservaram para si esta preciosa iguaria, não querendo compartilhá-la com outros países. No entanto, viajantes iam a Madrid e bebericavam o chocolate. Os monges davam-no para provar aos visitantes de outros países. E, em meados do século XVII, quando começaram a ser divulgadas as primeiras informações sobre o chocolate, os marinheiros, como ouviam falar dele, capturam uma fragata espanhola carregada com sementes de cacau e levavam-nas para as suas terras. Rapidamente, espalham-se plantações de cacau pela Europa, América do Sul e Índias. O chocolate converte-se numa bebida universal.O casamento, em 25 de outubro de 1615, do rei Luís XIII, da França, com a infanta da Espanha, Ana da Áustria, sela a conquista do chocolate na França. A pequena rainha, de apenas 14 anos, adorava chocolate e trouxera da Espanha tudo o que era necessário à sua preparação. Tanto é verdade que um dos convites mais requisitados em Paris era "para o chocolate de Sua Alteza Real".Já em 1657, surge em Londres a primeira loja de chocolates.Em 1660, o filho de Ana da Áustria, Luís XIV, que subira ao trono, casa-se com outra princesa espanhola, Maria Teresa. Esta segunda união ibérica impõe o domínio de chocolate na França. A corte comentava que Maria Teresa, uma esposa devotada, tinha duas paixões: o rei e o chocolate.No virar do século XVII, rivalizando com os cafés, começam a aparecer em Londres as casas de chocolate que se transformam no centro da vida social. Abrem-se casas de chocolate na Bélgica, Suíça, Alemanha, Itália e Áustria. A Europa cheirava a chocolate.
Em 1819, François Louis Cailler abre a primeira fábrica de chocolates suíços. Sete anos depois, em 1826, Philipp Suchard começa a fazer chocolate misturado com avelãs moídas. Em 1828, o químico holandês Coenraad van Houten inventa uma prensa de parafuso que permite obter o pó do chocolate. Começa também a ser comercializada a manteiga de cacau. A firma inglesa Bristol, Fly & Bons, em 1847, introduz o chocolate comestível. E, finalmente, em 1875, Daniel Peter e Henri Nestlé inventaram o chocolate de leite – a base para a fabricação de nossos deliciosos bombons recheados, enformados ou manuais, truffas, ovos de páscoa e muito mais.Em 1914 estoura a Primeira Guerra Mundial, determinando o fim da expansão das indústrias chocolateiras. São feitas restrições às exportações do produto. Tabletes de chocolate passam a fazer parte da ração de emergência dos soldados americanos em serviço, mas a experiência não dá muito resultado. Para cumprir o papel de ração de emergência, o chocolate era demasiado irresistível para ser guardado sem ser comido. Afinal, ele fora aprimorado para se tornar o mais saboroso possível. Os soldados raramente guardavam os tabletes para uma crise futura. Eles devoravam-no rapidamente ao menor sinal de fome.
Em 1945, finda a Segunda Guerra e com ela as barreiras ao desenvolvimento das indústrias chocolateiras. Os fabricantes, libertos dos racionamentos impostos pela guerra e das restrições feitas às exportações, aumentam suas produções. Em breve, o chocolate se tornaria um dos produtos mais populares em todo o mundo.

"Parafuso" com molho napolitano

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Bolo de chocolate

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Mousse de ameixa

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Carne com legumes e arroz

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Farofa Natalina

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